Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Penso que por norma sou consciente do meu papel como mãe, perante os meus filhos, não vou falar em relação à sociedade em geral. Recentemente li num blog que sigo (Em nome do Pai), um post sobre batizar ou não os filhos bebés. Sem falar aqui de religião, esse post e as respostas dadas puseram-me a pensar sobre o papel dos pais perante os filhos.

A forma como os pais e mães educam, as escolhas que fazem por e para os filhos, as ações, palavras, gestos, decisões, trazem consigo toda a “bagagem” genética e cultural da sua própria educação. E, ao fazer o melhor que sabem, pais e filhos... filhos e pais.jpgo que não implica ser perfeito, proporcionam aos filhos experiências e oportunidades para que eles as utilizem ao longo da vida – preferencialmente de forma sensata e consciente.

Por isso eu defendo que os filhos não são nossos, no sentido de propriedade. São-nos confiados com a missão de os ajudar e orientar na sua viagem pela vida fora, dotando-os das melhores “ferramentas”. E isso implica tomar decisões e fazer escolhas por eles enquanto não têm maturidade e idade para o fazer sozinhos.

Se as escolhas são acertadas? Se as decisões tomadas são as melhores? Se aquilo que é válido para nós também o é para os nossos filhos? Isso, só o tempo o dirá. Mas acredito que se os educarmos com consciência e coerência, tudo correrá pelo melhor…

Autoria e outros dados (tags, etc)





Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D


Favoritos