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Vamos sair?...

07.11.16

Nós cá em casa gostamos de sair, de passear e de fazer “programas” desde que os filhos são pequenos. Os programas podem ser tão simples e divertidos como um passeio de bicicleta pelo parque como uma visita a um museu, uma ida ao teatro, horas do conto enfim... tantas possibilidades. A oferta de programas para famílias com crianças é cada vez maior e mais diversificada. Há programas para todas as idades e para todas as bolsas (há muitas coisas gratuitas ou até a preços acessíveis).

IMG_5224.JPG

Ao fazer estes programas com as crianças pretendemos ampliar-lhes o repertório cultural, educar o sentido estético, que aprendam a comportar-se, que seja educativo e, acima de tudo que seja divertido.

Quando vamos nos nossos programas na maior parte das vezes a coisa até corre bem, as crianças portam-se bem (dentro do esperado para cada uma das idades) e é um bocado bem passado a quatro. Mas, confesso, nem sempre foi assim. Já tivemos situações, umas mais caricatas do que outras, que nos fizeram pensar se vale a pena continuar a fazer estes “programas culturais”. Mas fomos aprendendo com experiência e apurando os critérios de escolha das atividades familiares.

Aqui ficam algumas dicas de como escolhemos:

 Um restaurante

Tem que ser childfriendly. Deve ser um sitio rápido a servir (não é preciso ser o MacDonald’s, há imensos restaurantes diferentes e melhores) e com uma ementa que seja do agrado de adultos e crianças; não é que as crianças não possam experimentar comidas diferentes. Mas, se não quisermos uma birra em pleno restaurante, o melhor é deixar as experiências para casa. Tínhamos em atenção para o facto de haver cadeiras altas disponíveis, trocadores de fraldas nos W.C., e facilidade para aquecer sopas e afins.

 Um museu

Agora já há cada vez mais museus onde se pode mexer nas coleções e com atividades próprias para elas interagirem. Esses tendem a despertar mais o interesse dos mais novos (o pavilhão do conhecimento, o museu da carris e o museu da eletricidade estão no nosso top nesse aspeto).

Um teatro, uma sessão de contos, um concerto, um filme no cinema...

Tentamos ter sempre em atenção a idade a que se destina. Se não, corremos o risco de acabar como a história do Gulliver em Lilliput: uma criança gigante rodeado de crianças muito pequeninas e não corre bem para uns nem para outros. Outra coisa importante que tínhamos em conta quando as crianças eram mais pequenas era a hora das rotinas; marcar atividades em cima da hora de dormir ou de comer dos bebés pequenos é meio caminho para as coisas correrem mal.

Para nós, o mais importante na escolha é que todos gostem do programa preparado que ninguém vá fazer fretes! As crianças são o nosso espelho e por isso, quando nós estamos entusiasmados, eles também ficarão.

Mas fica um aviso: apesar destas preocupações todas há dias em que os filhos não estão para aí virados e não se portam bem. Não faz mal, acontece. Não nos podemos esquecer que estamos a falar de CRIANÇAS!!! Se nunca forem habituadas a ir aos sítios nunca se saberão comportar. Por essa e por todas as outras razões, o melhor é ir...

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