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Foi um daqueles dias... o filho mais novo esteve com febre e ainda por cima a uma sexta-feira. Nada de grave, só daquelas febres que impedem de ir à escola e obrigam a passar um dia de sol em casa. Tenho sempre alguns truques na manga para estes dias: um bom filme deitados no sofá; uns momentos a ler bons livros de histórias infantis; e, claro desenhos, recortes, colagens, pinturas e outros projetos que têm tendência a ficar para “qualquer dia”.letras desenhadas.jpg

Desta vez ele queria “escrever letras” e “aprender nomes”. Ao fim de algumas folhas escrivinhadas tive uma ideia das minhas: cortei rectângulos de folhas, todos do mesmo tamanho e pintei em cada um deles letras do alfabeto até ter suficientes para escrever algumas palavras. Pusemos a secar ao sol enquanto íamos almoçar e dormir a sesta. Com isto passámos uma bela manhã. De tarde recortamos as letras e forramos com papel autocolante (ainda ficou por  fazer uma caixa para guardar as letras a partir de caixas de cereais). Agora sim, estamos prontos para brincar a escrever... e assim se passou mais um dia de febre, que não tem que ser de choro e birras e apanhar uma seca em casa. E além disso ficamos com um jogo novo, a custo reduzido feito com materiais que tinha lá por casa.

Só para terminar, não tenho pretensões de estimular demais os meus filhos nem me interessaletras cortadas.jpg se sabem mais ou menos do que as outras crianças. Mas este tema das letras desperta-lhe muito interesse, em parte estimulado pelo jardim de infância e em parte para imitar irmã mais velha que lê, escreve e faz “trabalhos”. Por isso juntámos o útil ao agradável.

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