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Quem me vai lendo aqui pelo blog (pelo menos os mais atentos) perceberam que na semana passada não publiquei nenhum post. Pois… aproveitámos as férias escolares e os filhos ficaram em casa! O marido teve só uns dias à volta do domingo de páscoa, pelo que a maioria do tempo fui só eu, os filhos e os nossos programas que foram desde “despachar assuntos” como fazer as vacinas até uma ida ao cinema há muito prometida!

Quando este post começou a surgir na minha cabeça ainda durante as férias, começou por ser uma paródia do tipo “estive de férias com os filhos e sobrevivi!”. Como já estão a perceber nem tudo nas férias correu às mil maravilhas… tive dias em que cheguei a pensar e até a verbalizar “se não se portam bem, amanhã vão passar os dia à escola”. Confesso que não foi o ponto alto da minha parentalidade, mas às vezes a boca é mais rápida que o cérebro! Adiante…

O que vale é que eu acredito que as coisas acontecem sempre por uma razão. E para reforçar esta teoria, um dia cruzei-me por acaso com um livro que achei muito engraçado, encomendei-o pela net e chegou exactamente no dia

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em que mais precisava dele! O livro chama-se “Coisas verdadeiramente importantes que os meus filhos me ensinaram” de Cynthia Copeland Lewis. Tem verdadeiras pérolas de sabedoria tais como: “não faças bolinhas de sabão se estiver muito vento” ou “se alguém não perceber o que tu dizes, repete até perceberem.”

Dito assim parecem meras parvoíces, mas se pensar bem (e foi o que o livro me pôs a fazer) são ensinamentos muito importantes exactamente pela sua simplicidade. Posso aproveitar estas férias e todas as outras ocasiões de dois modos completamente diferentes: ou desespero com os gritos, as desavenças, as teimosias e outros comportamentos próprios das crianças; ou aproveito ao máximo os momentos que por opção tenho com eles, disfruto deles e ainda aprendo com isso.

Por isso hoje afinal opto por partilhar este livro e estes pensamentos positivos sobre os momentos que passo com os meus filhos, em vez da piada fácil e do lugar-comum “sobrevivi às férias da páscoa”. Não se enganem, porque nem tudo foram facilidades ou bons momentos durante estas duas semanas… mas há que tentar fazer o melhor e reter o melhor.

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